👑 O worldbuilding de um monarquia brasileira alternativa

Já imaginou um Brasil que nunca deixou de ser um império?
Não como nos livros de História, mas um país atual, com redes sociais, conflitos, crises… e uma família imperial no centro de tudo isso.
Foi assim que nasceu a duologia Reinos — Reino Silencioso e Reino Glorioso. Mas a verdade é que ela não começou como um grande projeto de worldbuilding. Ela começou com uma menina de 13 anos que só queria escrever uma princesa… e um romance.
Um Brasil com coroa — mas com conflitos bem reais
Quando comecei a escrever, eu não pensei em governo, sistema político ou regras daquele mundo. Eu só queria contar uma história.
Mas quando voltei para esse mesmo livro aos 24 anos, percebi uma coisa:não dava mais pra fugir disso.
Se esse Brasil não existe na vida real, então eu precisava fazer ele existir na página.
E é curioso, porque muita gente me pergunta: “Esse livro é político? Você está defendendo a monarquia?” E a resposta é não.
Essa história não nasceu como posicionamento — nasceu como imaginação. A imaginação de uma adolescente que ousou pensar: e se fosse diferente?
Poderia ser uma monarquia. Poderia ser um reino com fadas e dragões. O ponto nunca foi o sistema — foi o cenário onde emoções humanas pudessem acontecer. Até porque, sendo bem sincera, muitos dos conflitos que a Julieta vive…já existem no Brasil real.
Independente de coroa ou não.
Tradição: quando o peso vem antes da escolha
Dentro desse mundo, existe algo que pesa mais do que a política: a família. Nem todos os personagens fazem parte da família imperial, mas quem faz… sente. E a Julieta é quem mais carrega isso.
Ela não escolheu nascer herdeira, mas aceitou e amou cada parte do propósito e chamado que recebeu. Mas precisa lidar com tudo o que vem com esse título: expectativas, responsabilidades e o silêncio.
E em Reino Glorioso, a gente começa a entender que esse peso não começou nela. O pai dela também foi moldado por isso.
A tradição, nesse caso, não é só algo bonito ou histórico. É algo que atravessa gerações. E que, muitas vezes, chega antes mesmo da pessoa ter a chance de escolher quem quer ser.
Ruptura: quando o pessoal vira público
Se Reino Silencioso é onde o silêncio, os segredos e as ausências são construídos…Reino Glorioso é onde tudo isso ganha forma.
Aqui, a gente acompanha a Julieta tentando viver o seu destino como herdeira e futura imperatriz —mesmo quando existem forças que querem derrubá-la. E é aí que o conflito cresce (e eu estou amando escrever!)
Porque não dá mais pra separar o que é interno do que é externo. O que ela sente… afeta o reino. E o que acontece no reino… afeta diretamente quem ela é. No fim, não é só sobre governar um país. É sobre continuar de pé quando estão tentando te tirar do lugar que é seu.
Worldbuilding que nasce de memória (e não só de ideia)
Esse mundo não nasceu do zero.
Ele foi construído a partir da história do Brasil —mas com perguntas que a História não respondeu.
E se o Brasil tivesse resistido à proclamação da República?E se Dom Pedro II não tivesse sido expulso?...Como seria o país hoje?
A partir dessas perguntas, eu fui moldando esse universo. Misturando referências reais com interpretações pessoais, sentimentos e possibilidades. Não é uma recriação histórica fiel. É uma releitura emocional.
Do tipo que pergunta não só “o que teria acontecido?”,mas também “como isso teria afetado as pessoas?”
E agora eu quero saber de você...
Esse universo ainda tem muitos detalhes pra explorar — e eu quero fazer isso junto com você. Se você pudesse mergulhar mais fundo nesse reino, o que te deixaria mais curiosa?
👑 Arquitetura e cenários?
🎭 Festas e tradições?
🔥 Ou as intrigas e disputas por poder?
Me conta — porque o próximo post pode nascer exatamente da sua resposta
Enquanto isso, assista ao primeiro diário de escrita do livro dois da duologia:


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